quarta-feira, 2 de julho de 2014

Formula E, os monolugares do futuro?

O primeiro teste oficial de Formula E aproxima-se, faltam apenas algumas horas e todos os olhos estão postos em Inglaterra.

Muito se tem discutido sobre estes motores elétricos, mas ainda muito pouco se sabe acerca da performance destes em pista.

Os dados oficiais apontam para 268CV de potência máxima, 780Kg de peso, 0 aos 100km/h em 3 seg. A potência maxima só será vista na qualificação e nos treinos pois em modo de corrida os carros usam um modo poupança que debita 178cv.

Tem-se especulado acerca da sua provável “lentidão”, sendo que, a velocidade máxima apontada é de 220 Km/h . A verdade é que o motor eléctrico vai trazer algumas limitações à modalidade, tais como, a restrição do tempo da corrida, devido à autonomia da bateria de lítio. Estimava-se que a duração de cada corrida fosse de apenas 45 minutos. Contudo, fizeram-se alguns esforços para tentar contornar essa situação. Um deles consiste no facto de cada piloto ter à sua disposição dois monolugares. Ou seja, de cada uma das 10 equipas fazem parte, 2 pilotos e 4 carros, o que perfaz um total de 20 pilotos e 40 carros na modalidade (ver equipas e respectivos pilotos na tabela abaixo). Assim as corridas terão duração de 1h.

O fim de semana de corrida da Formula E terá este formato:


As provas apenas decorrerão num único dia, para minimizar os transtornos para os habitantes das cidades que acolhem as corridas. De manhã haverá 1h de treinos para verificar afinações e para conhecer a pista.

A qualificação terá duração de 90 min, com os pilotos a poderem usar apenas 1 carro e com a potencia máxima. Os pilotos serão divididos em 4 grupos de 5 e o detentor da pole ganhará 3 pontos. O formato da qualificação não está claro no site oficial e há versões contraditórias noutros sites como tal ficamos por aqui e quando houver mais certezas informaremos melhor.

A corrida terá duração de 1 hora com um pit stop obrigatório para troca de carro ( sim carro. Até há na net quem diga que os pilotos terão de percorrer 100m a pé para trocar de carro. É capaz de não ser assim mas so de pensar assusta). Como dito atrás a potencia estará limitada mas haverá um “push to pass”, um botão que permitirá ao piloto usar a potencia total do carro para facilitar as ultrapassagens.


Os pontos serão dados de acordo com o modelo usado na F1.

Os monolugares foram desenhados por Frederic Vasseur, cujo conceito foi mostrado em 2008 e comprado pela Formula E Holding. Essa compra resultou na criação da Spark Racing Technology (SRT), responsável pela construção dos carros para fornecer às equipas.

O motor, a transmissão e a electrónica, ficaram a cargo da Mclaren e os pneus ficam a cargo da Michelin (tão bem conhecida em tempos, da Formula 1). As baterias são fornecidas pela Williams. Neste campeonato os carros serão todos iguais. A partir do próximo, as equipas terão mais liberdade no desenvolvimento e escolha de inovações dos seus monolugares (motores, baterias, etc…).

A FE é apontada como uma das modalidades motorizadas que vai revolucionar a alta categoria de monolugares. Como seguidora de Formula 1, considero-me bastante cética e reticente devido, sobretudo, às mudanças que ocorreram da F1 no início deste campeonato (2013/2014). Mudanças essas, que tornaram os carros mais lentos, consequentemente, as corridas  ficaram mais monótonas e, de certa forma, menos competitivas. Não esquecendo, o “som” emitido pelos monolugares… Contudo, a curiosidade em relação à FE tem sido permanente, não só, pelo misticismo que tem sido feito em torno da modalidade, bem como, dos nomes que têm sido apresentados. Alguns desses nomes já são conhecidos de outras modalidades, a F1 e a NASCAR são algumas delas. 

Já foram confirmados 16 pilotos (ver tabela abaixo), sendo que, faltam apresentar 4 pilotos para os lugares ficarem todos preenchidos. Para espanto de todos os curiosos e observadores, como eu, já foram confirmados dois nomes femininos ( Katherine Legge e Michela Cerruti ) que vão preencher dois lugares em equipas distintas (Amlin Aguri e Trulli). O que é certo, é que nesse aspeto a FE já revolucionou, visto que muito poucas foram as mulheres que competiram, até ao dia de hoje, em monolugares de alta categoria. Paira a seguinte questão… Será que o numero de aquisições femininas na Formula E termina por aqui?   

Para surpresa de todos os seguidores de António Félix da Costa, piloto português, veio hoje revelar a público que fará parte do Campeonato de FE 2014/2015. Este irá  representar a equipa Amlin Aguri e terá como colega de equipa, Katherine Legge. António Félix da Costa revela: “Creio que este é o campeonato do futuro. A Formula E fará história e estou muito entusiasmado por fazer parte deste novo projeto. Não tenho qualquer dúvida de que a inovação e os avanços tecnológicos farão parte deste campeonato.”

O 1º teste oficial decorrerá dentro de poucas horas, em Donnington Park, na Inglaterra. Segundo o site oficial este decorrerá das 9h às 13h e após hora de almoço, das 14h às 18h. Veremos como corre, quais serão as principais ilações e, também, quais serão os nomes apresentados dos lugares em falta.
           

Haverão 10 corridas no campeonato de 2014/2015:

1ª Pequim, China  (13 de setembro de 2014)
2ª Putrajaya, Malásia (18 de outubro de 2014)
3ª Punta Del Este, Uruguai (13 de dezembro de 2014)
4ª Buenos Aires, Argentina (10 de janeiro de 2015)
5ª A ser anunciada (14 de fevereiro de 2015)
6ª Miami, USA (14 de março de 2015)
7ª Long Beach, USA (4 de abril de 2015)
8ª Monte Carlo, Mónaco( 9 de maio de 2015)
9ª Berlim, Alemanha (30 de maio de 2015)
10ª Londres, Reino Unido (27 de junho de 2015)




Na tabela seguinte temos as equipas que fazem parte da Formula E, assim como, os seus respetivos pilotos:


Equipas
Pilotos
Amlin Aguri
Katherine Legge
António Félix da Costa
Andretti Autosport
Franck Montagny
A ser anunciado
Audi Sport Abt
Lucas di Grassi
Daniel Abt
China Racing
A ser anunciado
A ser anunciado
Dragon Racing
Mike Conway
A ser anunciado
e.dams-Renault
Sébastien Buemi
Nicolas Prost
Mahindra Racing
Karun Chandhok
Bruno Senna
Trulli
Jarno Trulli
Michela Cerruti
Venturi Formula E team
Stéphane Sarrazin
Nick Heidfeld
Virgin Racing
Sam Bird
Jaime Alguersuari




Élia Paulo.

OFICIAL: Caterham foi vendida

A Caterham F1 Team anunciou oficialmente há momentos, que Tony Fernandes e os seus parceiros, venderam as suas acções (apenas da equipa de F1) a um consórcio de investidores suíços e do médio oriente.

O consórcio trabalhou sob consulta do ex-chefe de equipa da HRT,  Jordan Grand PrixMidland F1 RacingSpyker F1 e Force India, e dado como certo até há bem pouco tempo, como chefe da nova equipa romena Forza Rossa, Colin Kolles, o que agora não se confirma.

O futuro a curto prazo da equipa passa pela manutenção do nome Caterham F1 Team e a sua base continuará a ser em Leafield, com a supervisão do antigo piloto de Fórmula 1, Christijan Albers. O holandês tomará a posição até aqui ocupada por Cyril Abiteboul, e contará com a ajuda de Manfredi Ravetto, que será seu assistente.

O consórcio tomará as rédeas da equipa desde este momento, tal como tinha sido dado como certo em alguns órgãos de comunicação internacionais.

Christijan Albers declarou no anúncio oficial que o objectivo da equipa será lutar pelo 10º lugar da classificação, neste momento ocupado pela Sauber. Prometido também, é o investimento necessário para atingir os objectivos propostos e para o crescimento da equipa.

fonte e foto:
caterhamf1.com

Pedro Mendes

F1 - 8 equipas com 3 carros... É esta a "visão" de futuro de Bernie.

Bernie Ecclestone já nos habituou a sua visão radical da F1. Vamos chamar-lhe radical para não abusar dos adjectivos.

Esta opinião já não é nova mas está a ser cada vez mais reforçada, o que poderá nem ser bom sinal. Bernie quer que a F1 seja composta apenas por 8 equipas com 3 carros cada. Segundo o britânico, as equipas pequenas que não têm condições para competir na F1 devem sair. Essa saída seria compensada com a utilização de um terceiro carro por parte das equipas que ficassem na competição.

Se por um lado, e muito remotamente, se entende a vontade de tornar a F1 mais competitiva, por outro também se entende a vontade de diminuir o número de fatias do bolo que é o dinheiro da F1. Assim é possível para agentes extra F1, ficarem com mais algum dinheiro para si.

Será que a F1 beneficiaria com esta redução? Não achamos que a modalidade saísse verdadeiramente a ganhar. A F1 sempre teve equipas grandes e pequenas. Equipas ricas e pobres. Estar a retirar as equipas pequenas é estar a retirar uma parte do espectáculo. Será que os primeiros pontos da Marussia no Mónaco não fizeram sorrir os fãs de F1? É verdade que as hipóteses de subirem a um pódio é muito ínfima, mas as equipas pequenas dão mais variedade à F1. E mesmo ao nível da publicidade haveria uma diminuição de retorno pois empresas que estariam interessadas em anunciar na F1 a um preço mais baixo deixariam de ter essa opção.

E o que define uma equipa grande de uma pequena? A Force India por exemplo está a fazer um excelente campeonato e a dar os passos certos para se consolidar como equipa. Será que tem condições de ter 3 carros? Não. A Lotus? Terá condições para ter 3 carros? Nem pensar. A Sauber? Nem vamos por aí, pois está mais próximo o fecho da equipa do que o uso de 3 carros. Quem poderia de facto ter 3 carros no grid? Ferrari, McLaren, Red Bull e Mercedes. A não ser que Bernie queira diminuir para 4 equipas com 4 carros, não vemos que equipas mais poderão ter condições  a médio prazo para ter 3 monolugares no grid. Resumindo cheira a desculpa para aumentar as hipóteses dos grandes vencerem e lucrarem mais retirando até às médias equipas que se estão a começar a afirmar. Pois mesmo com a redistribuição do dinheiro para as equipas o fosso ao nível do poder económico não se ia alterar.

Para completar o ramalhete, Bernie diz que Monza poderá perder a F1. E que mais? Spa? Silverstone? Vamos trocar estas pistas por circuitos no meio do deserto, para apenas os camelos e os ricos possam ir ver ao vivo a F1 e para Bernie e amigos ficarem com o "pé de meia" mais recheado.

Não somos contra mudanças na F1 e admitimos que é necessário fazer alguma coisa para melhorar a competição ( e algumas medidas tomadas até agora podem ajudar de facto). Mas não é de certeza limitar o número de equipas e retirar a F1 dos circuitos míticos. A F1 precisa de uma visão diferente. É que qualquer ideia que Bernie tem, soa sempre a desculpa para ganhar algo mais e não algo que possa ser usado para melhorar o Grande Circo.Um senhor que diz que a F1 não precisa da Internet, por exemplo, não entende o mundo em que está inserido. E falando nisso, Bernie em vez de bloquear conteúdos do Youtube havia de agradecer a quem tem sites e blogs que escrevem sobre F1. Somos nós que muitas vezes a troco de nada levamos a informação, a opinião e a paixão a quem não quer ou não pode pagar para ter isso. Em vez de bloquear, Bernie havia de agradecer, pois no fundo nós ajudamos a manter aqueles que apesar destas tretas todas,  mantêm o gostos pela modalidade e fazem um esforço para continuar a ver. Até a Formula E começa a ter mais visibilidade que a F1.

A F1 não precisa de mudanças drásticas... Apenas precisa que Bernie se reforme definitivamente.


Mas isto é apenas uma opinião... Deixem nos as vossas ideias.


Fábio Mendes

segunda-feira, 30 de junho de 2014

DTM - Norisring. Declarações dos pilotos.

Robert Wickens foi o grande vencedor do dia de ontem em Norisring, ao alcançar a segunda vitória da época para as cores da Mercedes. No final da corrida, Wickens não podia estar mais feliz:
«Não podia ter desejado melhor dia como o de hoje. O nosso bom ritmo nos treinos e minha pole position, foram uma bênção dos céus depois de um início de época difícil. E depois com a minha vitória de hoje [ontem], é como um sonho tornado realidade para mim!»

O canadiano, como é normal nestas situações, agradeceu à equipa: «O tempo foi também muito duro, e nós não sabíamos se continuaria a chover ou se a pista ficaria seca. A minha equipa fez um trabalho fantástico e manteve-me informado quanto ao clima, se deveria atacar ou cuidar dos pneus. Obrigado rapazes, vocês são mesmo fantásticos!»

O segundo classificado, Jamie Green, afirma que «foi um passo na direcção certa. Claro que seria fantástico termos vencido aqui pela Audi. Esse era o nosso objectivo e não conseguimos atingi-lo.» O piloto britânico diz-se feliz pelo segundo posto: «Olhando para toda a corrida eu posso estar contente com o segundo lugar. Estou também feliz pelo primeiro pódio que consegui com a Audi Sport Team Rosberg.»



Mattias Ekström declarou que «não estou a celebrar o terceiro lugar como uma vitória, mas conseguimos pontuar para o campeonato e fizemos a volta mais rápida em corrida.» O sueco da Red Bull Audi, ironizou no final da entrevista dizendo: «Infelizmente temos que esperar um ano inteiro para competirmos aqui novamente.»



O líder do campeonato, Marco Wittmann, que não foi além do 7º lugar na corrida, o melhor resultado para a BMW durante o fim de semana estava «satisfeito» pelos «poucos pontos, mas que foram importantes nesta corrida.» A marca bávara sentiu muitos problemas para acompanhar a Mercedes e Audi e, tal como afirmou António Félix da Costa, Wittman sentiu «falta de ritmo em molhado e o equilíbrio [do carro] não era o ideal. Isso resultou na nossa perda de alguns lugares no inicio.» O piloto da BMW Team RMG, disse ainda que «quando os adversários atacavam, fazia mais sentido às vezes deixar a “porta aberta” que ser forçado a fazer pião», mas conforme a corrida evoluía e a pista secava, «mudamos para [pneus] slicks e o nosso ritmo foi então bastante bom. Eu fui capaz de subir pela tabela novamente.» A BMW e Wittmann preparam agora o contragolpe na Russia, na próxima ronda em Julho.

fontes:
dtm.com

fotos:
google.pt

Pedro Mendes

DTM - Norisring: Análise. Vitória da Mercedes ofuscada pela excelente recuperação da Audi. BMW a grande derrotada.

Não foi uma corrida tão emocionante como as anteriores, pois o traçado de Noris é também muito diferente dos outros. Muitas bandeiras azuis num traçado pequeno que se faz em 50 seg. e a chuva que até bem perto do final complicou as contas a equipas e pilotos retiraram alguma da emoção mas não a competitividade, que se manteve inalterada.

A vitória sorriu a Wickens que por largar na pole teve o beneficio de ter a pista limpa nas voltas iniciais, não levando com o jactos de água dos adversários criando logo uma boa margem de manobra para gerir a corrida e vencer merecidamente.  Green, o especialista deste traçado fez uma corrida excelente.  Conquistou o 2º posto mesmo depois de um Stop &Go, devido a um toque com Di Resta.  Ekstrom fechou o pódio também com uma boa corrida.


Mercedes:

Claramente uma má corrida no geral, mascarada pela vitória de Wickens. Dos 5 carros que estavam no top 10 na qualificação, apenas 2 se mantiveram. Wickens, o vencedor e o jovem Pascal Wehrlein. O traçado não é exigente ao nível da carga aerodinâmica e a Mercedes tinha uma excelente oportunidade e amealhar bastantes pontos, algo que dificilmente conseguirá ao longo do ano. Mas ainda assim, a prova não lhes sorriu. Di Resta sofreu um toque com Green no inicio e caiu na classificação, não conseguindo recuperar e fazendo apenas 15º. Vietoris, ainda ameaçou os lugares da frente mas quedou-se pelo 21. Esperava-se um pouco mais dos Silver Arrows, que tradicionalmente são muito fortes neste traçado. A vitória serve para animar uma equipa que tem ainda muito trabalho pela frente.

BMW:

Uma tarde para esquecer.Apenas Wittmann e Hand constam do top 10. Os outros pilotos ficaram fora dos pontos, algo que até seria expectável, dada as dificuldades que a marca bávara encontro em Noris. Os BMW mostraram muita dificuldade em adaptar-se às exigências da pista e na qualificação isso foi notório. Os homens fortes, como Spengler, Farfus ( que desilusão este campeonato para o brasileiro), Tomczyk ( obrigado a desistir devido a um toque com Paffet), não se assumiram e valeu Wittmann, que não parece disposto a abdicar do 1º lugar da geral. Mas no somatório foi um fim de semana péssimo para a BMW.


Audi:


A grande vencedora da tarde de ontem. Colocou 5 carros no top 10 e ganhou vantagem para a BMW que é a adversária a bater este ano. Green mostrou porque é chamado o Rei de Noris, fazendo uma excelente corrida, Mortara esteve brilhante, recuperando de 20º para 4º, ele que este ano está a mostrar verdadeiramente o seu talento, Rockenfeller pontuou e minimizou assim os estragos e Tambay com o 5º não deixou ainda fugir Wittmann na geral. A Audi vinha já com alguma vantagem em relação à BMW mas com este fim de semana ganhou mais margem de manobra. Poderá ter sido o fim de semana que decidiu a contenda no que diz respeito ao campeonato de marcas.


Félix da Costa:

Para esquecer. Sem ritmo, perdido dentro de pista, Félix  foi uma sombra do que é. Um fim de semana que servirá apenas para fortalecer o espírito do nosso Formiga que seguiu para Inglaterra onde estará presente em Silverstone para ser piloto de reserva da Red Bull. A Autosport noticiou ontem que poderia haver novidades para o futuro do jovem português e que as novidades seriam boas. Estamos ainda à espera para saber que novidades são mas todos torcemos que seja o que todos esperam... um passaporte para a F1. Até lá é esquecer este fim de semana e focar nos próximos desafios.

Geral dos pilotos:


PositionDriverTeamPointsHockenheimOscherslebenHungaroringNorisringMoskau RacewayRed Bull RingNürburgringLausitzringGuangzhouHockenheim
1Marco WittmannBMW Team RMG5825-258
2Edoardo MortaraAudi Sport Team Abt39-151212
3Mattias EkströmAudi Sport Team Abt Sportsline3518-215
4Mike RockenfellerAudi Sport Team Phoenix35121814
5Adrien TambayAudi Sport Team Abt28151102
6Miguel MolinaAudi Sport Team Abt Sportsline26-818-
7Robert WickensFREE MAN´S WORLD Mercedes AMG25---25
8Christian VietorisOriginal-Teile Mercedes AMG25-25--
9Jamie GreenAudi Sport Team Rosberg24--618
10Bruno SpenglerBMW Team Schnitzer238-15-
11Augusto FarfusBMW Team RBM14410--
12Paul Di RestaMercedes AMG12-12--
15Pascal Wehrleingooix Mercedes AMG10---10
13Timo GlockBMW Team MTEK1010---
14Timo ScheiderAudi Sport Team Phoenix926-1
16Maxime MartinBMW Team RMG8--8-
17Martin TomczykBMW Team Schnitzer862--
18Joey HandBMW Team RBM71--6
19António Félix da CostaBMW Team MTEK4--4-
20Gary PaffettEURONICS Mercedes AMG4-4--



Geral de construtores:

PositionManufacturerPointsHockenheimOscherslebenHungaroringNorisringMoskau RacewayRed Bull RingNürburgringLausitzringGuangzhouHockenheim
1Audi19647484952
2BMW13254125214
3Mercedes-Benz76-41-35


A próxima corrida realiza-se dia 13 de Julho em Moscovo. Será que a BMW vai dar a volta por cima? Será que Wittmann se vai manter na frente? Conseguirá Félix da Costa voltar às boas prestações ( claro que sim). Tudo para confirmar dentro de 12 dias.


Fontes:
autosport.com
dtm.com

fotos:
google.pt

Fábio Mendes