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terça-feira, 26 de agosto de 2014

Esperança revigorada na Red Bull

Foto: Red Bull
A vitória inesperada de Daniel Ricciardo no GP da Bélgica trouxe uma nova esperança à Red Bull na possível conquista do título deste ano, que caso venha a suceder, seria o quinto consecutivo para a equipa britânica. Esta foi a terceira vitória do piloto australiano, sendo a sua segunda consecutiva, na temporada. 

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Onde está a vantagem dos carros da Red Bull?

A Red Bull é a equipa a abater neste momento. Tem estado sempre na frente, no desenvolvimento do carro e por consequência na classificação.

Ontem surgiram artigos em que se dizia que o antigo proprietário da Minardi suspeitava que o carro de Vettel tinha um som diferente essencialmente a meio da curva e que assemelhava muito ao som emitido pelos motores quando estes tinham controlo de tracção.

Já não é a primeira vez que se suspeita disso este ano. Basta lembrar uma imagem captada no GP do Canada em que se via uma marca de pneus descontínua na saída do gancho do casino, marca essa que deixou no ar a dúvida.

Com mais esta suspeita levantada, a Autosprint veio mostrar um vídeo onde se ouve claramente o som diferente do motor de Vettel. Mas a Autosprint não acredita que se trate de um sistema de controlo de tracção uma vez que essa tecnologia foi banida há algum tempo, mas sim de um sistema “escondido” muito parecido aos “Blown Diffuser” usado em 2011. James Allen também acredita mais na última hipótese.

Infelizmente não somos mecânicos para explicar estes componentes da melhor forma mas iremos tentar.

O difusor é uma peça colocada na traseira do carro que permite que o fluxo de ar que circula debaixo do carro percorra esse trajecto de forma mais rápida do que o ar que circula no topo do carro. Isso vai provocar o chamado efeito de Venturi, ou seja, a pressão debaixo do carro é menor e como tal a maior pressão no topo do carro vai como que “empurrar” o carro contra o chão aumentado a aderência. Essa tecnologia foi introduzida, embora com outros componentes e de forma diferente, nos final dos anos 60 pela Lotus e pela BRM. A Brawn GP e Button venceram  o campeonato em 2009 graças a uma modificação feita nos difusores que só 6 corridas depois foi implementada pelas outras equipas. Foi o suficiente para chegarem à frente terem a vantagem para gerir o campeonato.Isto mostra bem a importância deste componente.

Mais tarde surgiram os “Blown Diffusers” . Os gases de escape normalmente são direccionados para zona especificas na traseira do carro para aumentar o “downforce”. Entretanto várias equipas começaram a direccionar os escapes para os difusores, para aumentar a velocidade de circulação do ar por baixo do carro e como tal diminuir a pressão debaixo do carro  e aumentando a aderência.


Os primeiros “Blown diffusers” usados foram chamados de “frios”, pois resultavam do ar que passava no motor, quando o piloto não tinha o pé no acelerador. Retirar o fluxo de ar do difusor do carro, implicaria perda de “downforce” e consequentemente de aderência. Uma vez que o piloto à entrada de uma curva, normalmente, está a travar e não tem o pé no acelerador, os gases de escape diminuem, o efeito de Venturi diminui e isso faz com que a aderência diminua numa altura critica. Com essa tecnologia, mesmo sem estar a acelerar, o fluxo do ar, embora menor, continua a chegar ao difusor mantendo a aderência do carro.

A Red Bull inovou essa área em 2011 e criou os “Blown diffusers” quentes. O principio é o mesmo mas com uma diferença. Quando o piloto retira o pé do acelerador,  o motor continua receber combustível de forma a aquecer os gases e manter assim um fluxo de ar constante mesmo quando o piloto não tem o pé no acelerador, o que dá mais estabilidade ao carro e mais confiança ao piloto, criando mais downforce do que com os "blown diffuser´s" frios. 

Mas a tecnologia tinha um senão. Consumos até 15% mais elevados e nível de desgaste do motor muito maior. Uma vez que a F1 quer reduzir custos, esta tecnologia foi banida por ser demasiado cara. Os carros com essa tecnologia tinham um som característico de  motor nas entradas e a meio das curvas. Além disso a temperatura dos gases de escape é muito elevada e várias equipas sofreram, com peças da parte traseira a ficarem derretidas por causa do sistema. Apenas a Red Bull dominava a tecnologia e em 2011 construiu o carro à volta deste tipo de difusores, sendo a peça fundamental nesse ano.

O vídeo mostrado pela Autosprint do carro de Vettel faz lembrar o uso de "Blown difusers". A Red Bull pode estar a usar um tipo de afinação no motor que permite, embora de forma escondida, o mesmo efeito. Pode ser essa a chave da aderência superior em relação aos outros carros. Pode haver quem diga que é apenas o som característico de combustível não queimado, quando se tira o pé do acelerador. Nós também não sabemos. Apenas estamos a falar de um assunto que foi questionado por gente que esteve ou está por dentro da F1. 

São suposições mas uma coisa é certa. Newey é um génio e um mestre no que diz respeito em contornar as regras da FIA e molda-las a seu favor ( o que é bom pois faz aumentar o nível de exigência dos engenheiros e este jogo do rato e do gato nas questões técnicas também e interessante).


Ficam os vídeos para compararem:


Video de 2011 em que os "Blown diffuser´s" da Red Bull dominavam. Reparem na diferença do som do motor dos Red Bull para os outros carros.



link do video em que se ouve um som semelhante ao que os motores faziam em 2011 :

http://www.youtube.com/watch?v=eH4RxQx7J4c


Fontes:
f1zone.net
f1.com
jamesallenonf1.com

Fotos:
retiradas da net.

Fábio Mendes

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

E se Kimi for mesmo para a Ferrari?

Nos últimos dias tem sido recorrentes os rumores que dizem que Kimi Raikkonen vai trocar a Lotus pela Ferrari. Como não há fumo sem fogo é pois necessário começar a considerar seriamente essa hipótese.

Kimi na Ferrari faz sentido?

Do ponto de vista de Ferrari a escolha faz todo o sentido. A equipa tem dinheiro (muito dinheiro) mas os resultados não aparecem. Uma mini revolução tem ocorrido em Maranello, inicialmente a nível de infra-estruturas com melhorias e um novo túnel de vento, que tem causado muitos problemas até agora. De seguida o reforço do departamento técnico com James Allison, que deixou a Lotus para se juntar a Pat Fry (outro grande nome) e companhia formando, provavelmente a par da Mercedes, a melhor equipa técnica da F1. Com reforços em todas as áreas estratégicas falta reforçar apenas uma. Os pilotos. Alonso é do melhor que há mas Massa, desde 2009 que nunca mais convenceu ninguém e está certamente na porta de saída. Obviamente que ficando um lugar vago há duas hipóteses: Ir buscar um jovem piloto com margem de progressão e fazer com que ele cresça com a equipa; Ou ir buscar um piloto feito que permita resultados imediatos. E a Ferrari quer / necessita de resultados imediatos. O avultado investimento não pode cair em saco roto. E de todos os pilotos, qual é aquele que é sinónimo de resultados? Kimi Raikkonen obviamente. E assim a Ferrari faz uma jogada estratégica e de marketing, pois Kimi é também sinonimo de Fãs. O post de ontem de Pedro Mendes sobre a dupla maravilha continua a fazer todo o sentido, embora os envolvidos passem a ser Alonso e a Ferrari em vez de Vettel e a Red Bull. Tudo o resto é igual. O choque de egos (que até será maior com Alonso do que com Vettel), a vontade de criar uma equipa dominadora que vem de uma fase menos boa. A ideia pertinente que o post encerra faz ainda mais sentido na Ferrari.

Poderá dar-se o caso também de Kimi ser o substituto de Alonso na Scuderia. O descontentamento do espanhol é visível. Talento tem para dar e vender e o carro não o ajuda a ganhar. E o ambiente pode estar a azedar em Maranello, visto as ultimas declarações do presidente da Ferrari. E assim seria Alonso a fazer companhia a Vettel. Mas o alemão já disse que Alonso não é o seu preferido e por certo a Red Bull não quererá ver o seu tri-campeão do mundo descontente com a opção do seu colega de equipa, embora publicamente Horner tivesse dito que a escolha não depende de Vettel. Para alguns entendidos esta é a mudança mais provável, caso Kimi vá para a Ferrari. Pessoalmente não acho que o seja pois Alonso tem um ego muito maior que Kimi e viu-se pela convivência que teve com Hamilton na McLaren que não é um piloto fácil quando as coisas não estão do seu agrado ( embora a experiência e a idade do espanhol já permitam outro tipo de comportamento). Trabalhar com Kimi parece assim menos complicado para a Red Bull. E a Ferrari não quererá despachar o piloto que melhor se tem exibido nos últimos tempos e que tem garantido resultados mesmo quando o carro não o fazia prever. A minha a opinião pessoal caso Kimi vá para a Ferraril é o cenário descrito mais acima no qual se junta Alonso na Scuderia, para permitir resultados imediatos e como tal seguirei com essa linha de raciocínio no post.

Qual será o melhor desafio?

Há o aspecto pessoal do piloto. A mudança para a Red Bull seria um passo seguro. A Red Bull deve ser neste momento a equipa que melhor trabalha. E ir para lá seria quase pela certa sinónimo de vitórias. O único ponto de interesse seria ver se conseguiria suplantar Vettel na sua própria casa. O desafio Ferrari é bem maior. É necessário primeiro desenvolver o carro, depois começar a ganhar e fazer frente a Alonso (que para muitos é melhor que Vettel). Seria um desafio parecido ao que Hamilton assumiu quando foi para a Mercedes, com o extra de ter de lutar com Alonso na sua casa, onde é dono e senhor. Se Kimi conseguisse isso seria uma vitória pessoal tremenda, ele que foi o ultimo campeão pela Ferrari. A motivação no caso da ida para a Ferrari seria muito maior assim como a dificuldade do desafio.

O que esta troca implica para os outros pilotos?

Em relação ao efeito dominó nesta mudança? É provável que tenha um desfecho que nos agrada mais. Isto porquê? Se Kimi for para a Ferrari implica que Ricciardo irá para a Red Bull (muitas interrogações sobre o rendimento do australiano, se subir para a equipa principal). Ou seja, fica uma vaga na Toro Rosso, uma vez que Vergne é para manter. E Tost, chefe da Toro Rosso, já veio dizer que Félix da Costa é um dos fortes candidatos ao possível lugar vago. E depois há o lugar deixado vago por Kimi na Lotus, cujo principal candidato ( no nosso entender) parece ser Hulkenberg, dadas as dificuldades da Sauber a nível financeiro.

Em resumo,  teríamos Félix da Costa a mostrar o que vale na Toro Rosso, Hulkenberg na Lotus que a nosso ver seria o passo ideal para o alemão mostrar o seu valor. Há ainda o caso Di Resta que tem vontade de dar o salto. Mas é de ter em conta que a Force India está a apostar também no reforço de condições a nível de infra-estruturas com um investimento feito recentemente nesse sentido, a fim de se poder afirmar definitivamente na F1, subir mais um degrau e começar a fazer verdadeiramente frente às equipas grandes Para isso tem de manter uma boa dupla de pilotos e não seria de estranhar se Di Resta ficasse mais um ano com a promessa de ver as suas possibilidades de vencer aumentadas.

Caso Kimi vá para a Red Bull, as possíveis movimentações implicariam a entrada de um novo piloto para a Ferrari ( Hulkenberg, Di Resta ou Bianchi até) e para a Lotus ( Hulkenberg e Di Resta outra vez) com a Toro Rosso a manter a dupla. Neste caso as possibilidades de Féliz subir à F1 seriam quase nulas.


Tudo isto são meras hipóteses que achamos que fazem sentido.Muita tinta vai ainda correr durante estes próximos tempos e se calhar os cenários aqui propostos não se verificarão. Mas uma coisa parece certa. A decisão de Kimi irá influenciar não só o seu futuro como o futuro de outros pilotos. Ficamos à espera de ver qual será o desfecho, tendo uma esperança que para o ano haja um português no grande circo.


Fábio Mendes

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Dupla genial à vista!

Notícias recentes, dão como sucessor a Mark Webber, Kimi Raikkonen. Não é novidade para ninguém, que no Chicane, adoramos o Iceman. Parece-nos o piloto mais difícil de ultrapassar e capaz de fazer milagres com o carro que lhe deram este ano.

Vamos entrar agora numa de futurologia: Kimi Raikkonen e Sebastian Vettel na mesma equipa, como um carro fiável e uma estrutura impecável, seria, apenas e só, espectacular e um dos Dream Teams possíveis deste actual paddock. Mas esta dupla, com esta organização, faz-nos lembrar de outra grande dupla da F1: Alain Prost e Ayrton Senna! Apenas os dois, na minha modesta opinião e que tenha visto a correr, melhores pilotos de sempre da F1.

No longínquo ano de 1988, Ron Dennis, director da Mclaren Honda, tinha à sua disposição o Professor e o Rei da Chuva, que mantiveram um duelo acesso durante toda a época, que culminou na vitória de Senna no Mundial de Pilotos por apenas 3 pontos à frente de Prost e com a Mclaren a vencer o Campeonato de construtores com 199 pontos e a Ferrari em 2º com apenas 65 pontos. Aliás os duelos de Senna e Prost são míticos no mundo da F1, mas a equipa não se importava muito (excepto nos casos em que se davam acidentes entre os dois pilotos, sim tal como Vettel e Webber!), porque sabiam que detinham o poder da F1. Em dois anos que estiveram juntos, a Mclaren venceu os dois campeonatos com os pilotos a dividirem as vitórias. Realmente tratava-se da melhor dupla de pilotos daquela geração, juntos na mesma equipa.

Estará Christian Horner a pensar em fazer o mesmo que Ron Dennis? Juntar Vettel e Raikkonen? Será possivelmente o sonho da maioria dos directores de equipa do actual paddock?
Vettel é consistente, conhece a equipa e sua estrutura, é bom a evoluir o carro e dá garantias. Kimi é o melhor piloto a defender, é rápido e a sua fama de bad boy, garante fãs às equipas por onde passa.  

Motores 1988 vs motores 2014
Em 1988, ano fantástico para os aficionados da F1, o Grande Circo era diferente daquele que se avizinha para o próximo ano, mas encontramos algumas coincidências: os motores dos carros em 1988, eram na maioria V8, exceptuando a Mclaren, que corria com um V6 da Honda (que por feliz coincidência volta para o ano a fornecer o motor para a Mclaren). Em 2014, os carros vão estar equipados com um motor V6, 1.6L e limitados a 5 motores por época. As diferenças estão nos números da GP´s da época, que contava com apenas 16, um deles era em Portugal, 9 deles em território europeu. Para o ano, devem ser na mesma 20 GP´s, à semelhança deste ano, ou ainda menos, sabendo á partida que o GP da Índia vai sair do calendário. Portugal voltará a receber a Fórmula 1? Não nos parece, mas era muito bem-vindo.

Prost-Senna vs Vettel-Raikkonen

As diferenças não se ficam pelos carros e motores, os pilotos, sendo todos muito bons, não são sequer parecidos. Não duvidamos das qualidades de Vettel e Kimi, mas Prost e Senna eram de outro mundo. Mas vamos analisar as duas duplas: Prost em 1988 tinha ganho 2 campeonatos do Mundo, os dois com a Mclaren; Senna não tinha ganho qualquer título, sendo o seu melhor resultado o 3º lugar obtido com a Lotus (mais uma coincidência), em 87. A Mclaren tinha perdido os campeonatos dos anos de 86 e 87 para a Williams e, embora Prost tivesse vencido o Mundial de 86, precisava urgentemente de uma vitória para a equipa, por isso em 88, contrata Senna, a jovem estrela em ascendência do Circo, o Rei da Chuva e muda de motor a pedido deste. Senna era o amuleto da sorte da Honda, que seguia o brasileiro para onde ele fosse. 
Actualmente, a Red Bull não vem de nenhuma Idade das Trevas, bem pelo contrário, nos últimos 3 anos ganharam os campeonatos de Construtores e os de Pilotos. Vettel é o tricampeão em título mas o mal-amado pelos fãs, aliás, basta ver e ouvir a reação dos espectadores do GP de Inglaterra, em Silvertone, quando se aperceberam que Sebastian Vettel estava a parar para desistir da corrida. Por seu lado, Kimi é sempre bem recebido e vem de 1 ano na Lotus em que fez milagres, continuando em 2013 o trabalho de anjo da guarda da equipa. No seu palmarés tem 1 título conquistado pela Ferrari (também se fala da Scuderia poder contratar Kimi se Alonso sair) e depois um interregno de 2 anos da F1, entre 2009 e 2012, voltando para dar nas vistas, com o 3º lugar da classificação nesse ano.

No geral, estamos a falar de grandes pilotos, extraordinários no seu trabalho, mas serve apenas para imaginar uma temporada que se avizinha pródiga em mudanças. Mesmo que a Red Bull contrate Kimi para fazer companhia a Vettel e fazerem o tal Dream Team, para nós, aficionados e apaixonados pelo desporto, a F1 não perderá emoção. Mas como pensamos que será difícil esta dupla chegar a ver o sol, mantemos as expectativas dos confrontos entre os pilotos em equipas diferentes. Mais uma constatação do óbvio: a Mclaren aguentou 2 anos a dupla Prost-Senna e viu-se no meio de uma guerra de egos e de genialidade.


Será que a Red Bull quer arriscar tanto?






Fotos:
zimbio.com
gazetaesportiva.net
redbull.com
forums.soompi.com
jamesallenonf1.com

Pedro Mendes

quarta-feira, 27 de março de 2013

Vettel vs Webber - última hora

Jornal Bild "empurra" Ricciardo para a Red Bull

O jornal alemão Bild na sua edição online, dá quase como certo a vinda de Daniel Ricciardo, piloto atual da Toro Rosso, para número 2 da Red Bull, na próxima época.
O que o jornal adianta também que quem poderá estar na calha para companheiro de Vettel é o nosso Félix da Costa.

No Chicane já tinhamos falado da saída de Webber (o australiano está no seu último ano de contrato, assinado em dezembro de 2012) da Red Bull e na hipótese de "subir" um Toro Rosso. Ficamos um pouco admirados em falar-se no australiano Ricciardo, porque a "nossa escolha" recairia sobre Jean-Eric Vergne, que tem feito melhor campeonato, tal como mostrou o ano passado.

Sobre Félix da Costa, pouco se fala e poucas hipóteses terá de ir directamente para a Red Bull, isto porque da Costa é um produto da "escola" da equipa e na nossa opinião terá de passar primeiro pela Toro Rosso (isto se tiver patrocínios suficientes).

De adiantar que esta hipótese que o jornal alemão coloca, não tem relação directa com os acontecimentos deste último GP, entre Sebastian Vettel e Mark Webber. Poderá ter acrescentado lenha na fogueira mas o mais importante é este ser o último contrato de Webber e o facto de ter 36 anos.

fontes:
http://www.bild.de
www.jamesallenonf1.com
 
Pedro Mendes