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quinta-feira, 29 de maio de 2014

Sebastian Vettel: 100ª corrida pela Red Bull.

Sebastian Vettel é neste momento um piloto sob pressão. Os resultados que tem obtido, aliado à falta de fiabilidade do seu monolugar e às prestações francamente positivas do seu colega de equipa, que tem surpreendido todos, fazem com que esta não seja uma altura propicia a festejos para o tetra campeão do mundo de F1. Mas as 100 corridas pela Red Bull são o mote para uma breve retrospectiva da carreira do piloto na equipa.


Vettel desde cedo mostrou que seria um caso sério e as vitórias nas categorias mais baixas do automobilismo levaram no inevitavelmente à F1 cuja porta foi aberta pela BMW Sauber, com a ajuda da Red Bull, pertencendo “Seb” à Red Bull Júnior Team. Foi em 2006 que o alemão começou a sua caça aos recordes, iniciando a sua carreira na F1 da melhor maneira, fazendo o melhor tempo na sua primeira sessão de treinos pela equipa.
Em 2007 foi confirmado como piloto de testes pela BMW Sauber onde, por força do acidente de Kubica, foi chamado a correr no GP dos Estados Unidos, largando da 7ª posição e acabando em 8º, tornando-se o mais jovem piloto a pontuar na F1, roubando o recorde de Jenson Button.

De 2007 a 2008 correu pela Toro Rosso, uma vez que foi chamado para substituir Scott Speed. Depois de um inicio algo difícil, Vettel mostrou o seu talento no GP do Japão, onde chegou ao 3º lugar, atrás de Webber . Mas o alemão acabaria por bater contra Webber, quando o Safety car estava em pista, fruto de uma “matreirice” de Hamilton, que liderava. Para compensar o incidente, no GP da China, subiu do 17º para o 4º lugar, confirmando as suas credenciais como um dos pilotos mais promissores. Foi na Toro Rosso que fez o seu primeiro pódio e vitória em Monza em 2008 tornando-se o piloto mais jovem a vencer o GP, ele que tinha quebrado o recorde do piloto mais jovem a fazer a pole position nesse mesmo GP.


Em 2009 mudou-se para a Red Bull, sendo companheiro de equipa de Mark Webber. Na primeira época na nova equipa conseguiu ficar em 2º no final do campeonato, atrás de Button. Em 2010 venceu o seu 1º campeonato do mundo, algo que repetiria 3 vezes seguidas, tornando-se tetracampeão no ano passado. São no total 100 corridas cujo resultado é o seguinte:

38 vitórias
62 pódios
44 pole positions
23 voltas mais rápidas.

Apesar destes números esmagadores, Vettel não é um piloto muito popular. Muitos afirmam que o seu sucesso se deve aos carros brilhantemente desenhados por Newey e que o seu talento não é comparável ao de Hamilton, Raikkonen ou Alonso. Além disso a sua popularidade decresceu consideravelmente depois do incidente Multi 21 na Malásia onde desobedeceu às ordens de equipa ultrapassando Webber e acabando definitivamente com uma relação que teve poucos altos e muitos baixos. Esse incidente levou a que fosse assobiado várias vezes no pódio, o que ele considerou injusto. Apesar dos assobios Vettel conseguiu sempre óptimos desempenhos, não dando hipóteses a ninguém.

Em 2010 conseguiu vencer o campeonato, sem liderar uma vez a tabela dos pilotos durante a época, conseguindo a vitória na última corrida em Abu Dhabi, num campeonato disputado até ao final, tal como aconteceu em 2012 onde na última corrida, em Interlagos, depois de um pião na largada que o atirou para as ultimas posições, recuperou até ao 6º lugar, mesmo com o carro danificado, conseguindo vencer novamente o campeonato pela 3ª vez consecutiva.

Uma carreira recheada de sucessos, em que nem todos foram tão fáceis como se quer fazer parecer. Manter-se durante 4 anos seguidos no topo da categoria rainha do automobilismo exige talento e muito esforço. E foi essa combinação que permitiu a Vettel quebrar quase todos os recordes ( tendo 20 recordes em seu nome). Este ano não tem corrido de feição mas Vettel está na equipa certa para dar a volta a situação e voltar à glória do passado recente. Por enquanto fica o registo impressionante que tem no seu currículo para mostrar que de facto é dos melhores.

A minha opinião não é a melhor em relação ao alemão. O estilo de condução não me agrada muito e de facto penso que não está bem ao nível de um Alonso ou Raikkonen, mas com o passar do tempo comecei a admirar um pouco a capacidade de trabalho e a determinação que Vettel tem. Este ano tem uma prova de fogo e ele sabe que não pode falhar senão poderá ser a confirmação que de facto o talento dele pouco contou durante os últimos 4 anos. É esta prova que ele tem de ultrapassar para afastar de vez o fantasma que o persegue. Até agora a sorte não está do lado dele, mas é da forma que a provação é mais dura e se ele conseguir vencer será a prova que o seu talento deve ser tido em conta.


Fontes:

wikipédia.com
f1stats.com

fotos:
google.pt


Fábio Mendes

quarta-feira, 23 de abril de 2014

As vítimas da revolução.

A história ensina que, cada vez que existe uma revolução, há uma mudança de paradigmas e que as revoluções são o “lugar ideal” para que novas caras surjam, novas ideias tomem lugar. Mas as revoluções trazem consigo um peso que não pode ser esquecido. O peso das vitimas que elas acarretam. Nesta revolução da F1, há duas vitimas que pela sua notoriedade e pela sua importância no grid, estão a sentir e de que maneira estas novas mudanças. Falamos de Sebastian Vettel e Kimi Raikkonen. O tetra campeão do mundo e campeão em titulo, tal como o campeão de 2007, estão na “mó de baixo” e passadas 4 corridas do calendário, pode se dizer que a pressão e o desânimo começam a apoderar-se dos dois pilotos.

Começando pelo caso “menos grave”, Vettel é neste momento 5º no campeonato, logo atrás de Hulkenberg e seguido de Ricciardo. Mas, embora na frente do seu companheiro de equipa, Vettel tem estado abaixo do que habituou os fãs. Ricciardo está em 6º porque perdeu os pontos da 1ª corrida em Melbourne, onde a Red Bull quis ser mais esperta que os outros e acabou por pagar, justamente, a factura pela insolência. Ou seja, oficialmente, apenas Vettel tem um pódio no seu activo em 2014 na Red Bull, tem 9 pontos de vantagem sobre o seu companheiro de equipa, mas os holofotes tem estado virados para Ricciardo. Porquê? Simples, ninguém esperava que o australiano mostrasse tanto em tão pouco tempo. Já é a 2ª vez que se ouve na rádio que Ricciardo é mais rápido que Vettel. 

Como tal não são os pontos que tem, ou os resultados que tem feito até agora que põem em causa “Seb”. Tendo em conta que no inicio do ano, pensar na Red Bull no pódio era conversa utópica ou de quem tinha passado a noite com o Sr Johnnie Walker (com os conhecidos efeitos que tal companhia provoca). Estes resultados de Vettel, vistos por esse prisma são muito bons.

O que coloca em causa a posição do germânico é algo que poderá ser considerado injusto… As expectativas. Ninguém esperava que Ricciardo fizesse tanto e como está a surpreender pela positiva, está nas bocas do mundo. Já de Vettel, espera-se sempre muito e como não tem correspondido, começa a desiludir. Mais, Vettel era acusado de ter beneficiado de um carro excelente para vencer. Para provar que é de facto bom, tinha de ter um carro menos bom e continuar mostrar serviço (como faz Alonso por exemplo). E se na tabela as coisas não estão más, na pista a historia é outra. Ricciardo sente-se melhor no carro, é mais rápido e como tal Vettel, que sempre foi o menino bonito da equipa, começa a sentir-se posto um pouco de lado. 

É essa a pressão que está sobre Vettel. Não aproveitar a “oportunidade” de mostrar o seu talento num carro inferior, e estar a perder para o seu companheiro de equipa. Pode dizer-se que Vettel está a pagar por ter tido um carro excelente durante 3 anos seguidos. Apanhar agora um carro com menos apoio aerodinâmico, faz com que o seu estilo de condução, altamente influenciado pelas características dos Red Bull´s antigos, seja agora colocado em causa, com uma máquina de comportamento muito diferente. E como tal precisa de tempo para se adaptar. 

Mas se Vettel não corresponder este ano, correrá sérios riscos de ver o nº de “desconfiados” em relação ao seu talento aumentar. É isso que o deve estar a assustar e é isso que o pressiona. Será ele capaz de dar a volta ao texto? Pela capacidade de trabalho que tem, acho que sim e deverá mostrar mais em breve. Mas uma coisa é certa. Quando Vettel não larga da pole, o seu rendimento cai muito. E isso é um defeito considerável.

O caso mais grave é o de Kimi Raikkonen. O Iceman tem estado a anos luz do que já fez em pista. Ninguém duvida que estamos perante um dos mais talentosos pilotos do grid, mas as suas prestações começam a deixar toda a gente perplexa. E a perplexidade aumenta exponencialmente quando vemos do outro lado da garagem, um senhor chamado Alonso que continua a brilhar, mesmo com um carro fraco. Prova disso é a posição de cada um na tabela classificativa. Alonso está em 3º com 41 pontos e Kimi está em 12º com 11 pontos.

A ida de Raikkonen para a Ferrari era um duplo desafio. Enfrentar Alonso em “sua casa” onde se sente confortável e onde a equipa está toda de volta dele, além de tentar voltar a ser campeão. Já se viu que a parte do campeão vai ser muito complicada. Mas o que deverá estar também a pesar neste momento, é que no confronto Alonso vs Kimi, o espanhol está a vencer por K.O. o finlandês. E deve ser isso que está a mexer com Kimi. Ver que com o mesmo material, Alonso consegue fazer mais do que Kimi. E já se sabe que quando as coisas começam a correr mal, tudo é questionado. 

Começa-se a falar de falta de motivação do finlandês. Quanto a nós isso é treta, pois um piloto na Ferrari e com oportunidade de escrever o seu nome na história da equipa e lutar com um dos melhores, não pode estar desmotivado. 

Falou-se também da falta de trabalho de Raikkonen em relação a Alonso. Ai somos obrigados a concordar que a falta de “empenho” do Iceman e a sua atitude o estão a prejudicar. Este ano há muitas variáveis novas e o trabalho de simulador pode ajudar a minimizar essas variáveis. Alonso trabalha no simulador, fala bastante com os engenheiros, trata de colocar tudo o melhor possível. Kimi já disse que não vai ao simulador e não é conhecido por falar muito,até com os engenheiros. E poderá estar a pagar a factura. Os engenheiros estavam habituados a outro tipo de comportamento. E quando se chega a uma casa nova, não se pode ficar pela fama. É preciso mostrar algo mais e tentar colocar a equipa em seu redor de forma a ter a vida facilitada. Foi assim que Button conseguiu ser melhor que Hamilton na McLaren, mesmo toda a gente sabendo que ao nivel do talento Hamilton era melhor. Mas Button chegou, soube conquistar a equipa com a sua atitude o seu trabalho e tudo isso levou a que tivesse melhores resultados que Hamilton. É se calhar essa parte que Raikkonen não conseguiu ainda. Talvez a falta de comunicação seja o cerne do problema.

Ninguém duvida do seu talento, mas a sua atitude poderá ditar lhe o destino, tal como aconteceu com um piloto que admira… James Hunt. Um piloto talentoso, mas que devido ao seu carácter, apenas venceu um campeonato. Será essa também a história de Kimi Raikkonen? Esperemos que não, pois faz falta o verdadeiro Kimi em pista. Mas só depende dele reencontrar-se. Estará ele disposto a lutar por isso?

São estas as duas vitimas das mudanças radicais da F1 este ano, que curiosamente são amigos fora de pista. Raikkonen não é efusivo com muitos pilotos mas nota-se muita afinidade com Vettel, que também nutre grande admiração pelo finlandês, algo assumido publicamente por ambos. Terão talento e capacidade para dar a volta ao texto? Acreditamos que sim, mas se esta situação se arrastar, o desafio mental poderá começar a ser demasiado complicado e os “fantasmas” poderão tornar-se de tal forma grandes que a confiança dos pilotos poderá ficar fatalmente comprometida para este ano. Não há nada pior que um piloto com falta de confiança, num desporto que não costuma ser complacente com quem fraqueja.



Fontes:
statsf1com

Fotos:
retiradas de google.pt
Foto de Alonso retirada da pagina de Facebook "In Pole Position F1"



Fábio Mendes

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Resumo do GP do Brasil

O fantástico circuito de Interlagos, recebeu mais uma vez a última prova do calendário da Fórmula 1. Se antes e durante a qualificação, a chuva foi uma questão a ter em conta, para hoje, existiam 60% de probabilidades de cair chuva durante a prova. Principalmente a Mercedes contava com isso.
Todos os pilotos começavam com pneus médios menos Button e Gutierrez, no que o confronto final entre as equipas à conquista do 2º lugar da tabela de construtores.


Na largada da corrida, os Red Bull saíram muito mal, sendo Vettel ultrapassado por Rosberg e Webber por Hamilton, mas Vettel seguiu bem de perto o alemão da Mercedes, enquanto Alonso ficava atrás de Hamilton e com Webber no encalço aos dois.Quem largou muito bem foi Massa, a jogar em casa, que saltou para o 6º lugar. No final da volta 1, bem na recta da meta, Vettel, parecia um flecha, ultrapassou
Rosberg, que nem sabe como conseguiu aguentar o tetracampeão  atrás dele tanto tempo. Alonso aproveitou o embalo do Red Bull e passou o outro carro da Mercedes, pilotado por Hamilton, que sem saber muito bem como, vê Webber também por ele, quase sem esforço. Se estivéssemos muito atentos, conseguiríamos ouvir a dança da chuva na garagem da equipa alemã!

Nas primeiras voltas, Vettel chegou a ter 5 segundos de avanço, mais atrás, Pérez era já 12º, na volta 9, com a Mclaren a fazer um bom inicio de corrida. Pelo contrário, Ross Brawn assistia a Hamilton a apertar Rosberg, que tinha muitos problemas com os pneus.
Na volta 11, Webber começa a tentar passar Alonso, enquanto na mesma volta Hamilton ultrapassa o companheiro de equipa. O australiano da Red Bull demorou 2 voltas a ultrapassar Alonso.

Rosberg estava tão mal, que depois de ser ultrapassado por Hamilton, viu Massa a passar por ele, sem ter argumentos para responder. Pérez era nesse momento o piloto mais rápido, depois dos dois Red Bull.
Começavam as danças dos Pit Stop. Webber parou muito tempo na box na volta 24 e perdeu o lugar para Alonso.
Na volta 25, os 10 primeiros eram estes: Vettel, Alonso, Webber, Massa, Hamilton, Button, Rosberg, Perez, Ricciardo e Hulkenberg.
Na volta a seguir, Webbo ultrapassa novamente Alonso, enquanto Massa em disputa com Hamilton, passa por cima da linha divisória das boxes e como presente de despedida da Ferrari, teve direito a um Drive Through. Facto que lhe agradou muito!

O lider sentia-se muito só e decidiu abrandar o ritmo. Quem deu espectáculo foi Bottas e Hamilton. No momento que Hamilton passava Bottas, os dois pilotos batem com os pneus um no outro e o finlandês abandonou imediatamente a corrida, com alguns estragos no carro. O inglês ainda conseguiu continuar, mas com o pneu rebentado teve de parar na box, perdendo muito tempo.



A Red Bull pensando que o SC iria entrar em pista, manda os dois carros entrarem na box, sendo Vettel o primeiro mas estando a equipa à espera de Webber e com este em "lista de espera" atrás de Seb! Uma confusão, que veio provar que até os melhores cometem erros. Devido ao embate com Bottas, Hamilton foi penalizado com um Drive Through.

Na volta 53 a Mclaren sorriu quando começou a chover...mas não o suficiente!

O top 10 na volta 61 estava assim: Vettel, Webber, Alonso, Button, Rosberg, Perez, Massa, Hulkenberg, Hamilton e Ricciardo.
Logo a seguir, Pic abandona, com problemas na suspensão do Caterham e Pastor Maldonado, o nosso piloto fetiche, com uma brilhante técnica, que só ele conhece (!), corta a trajectória a Vergne e, felizmente, apenas ele faz um pião, depois do embate nos pneus, mas como o venezuelano não contente, quase que consegue prejudicar Button, que vinha mais atrás, quando regressa ao sentido da corrida.

Acabavam as 71 voltas, ao traçado brasileiro, com Vettel na sua performance de sempre, Webber muito bem durante toda a prova e Alonso não teve argumentos para lutar com os Bulls.

Para nós hoje o Brasil trouxe-nos um presente: Button foi o melhor piloto em pista, demonstrando porque a Mclaren confia tanto nele!

No final Webber tirou o capacete, mas nós tiramos-lhe o chapéu. O nosso, Muito Obrigado Webbo, foi um prazer!

Classificação GP do Brasil:
POS
PILOTO
EQUIPA
GRID
TOTAL
PTS
1
VETTEL
RED BULL
1
1:32:36.300
25
2
WEBBER
RED BULL
4
+10.400
18
3
ALONSO
FERRARI
3
+18.900
15
4
BUTTON
MCLAREN
14
+37.300
12
5
ROSBERG
MERCEDES
2
+39.000
10
6
PEREZ
MCLAREN
19
+44.000
8
7
MASSA
FERRARI
9
+49.100
6
8
HULKENBERG
SAUBER
10
+64.200
4
9
HAMILTON
MERCEDES
5
+72.900
2
10
RICCIARDO
TORO ROSSO
7
+1 LAP
1
11
DI RESTA
FORCE INDIA
12
+1 LAP
12
GUTIERREZ
SAUBER
17
+1 LAP
13
SUTIL
FORCE INDIA
15
+1 LAP
14
KOVALAINEN
LOTUS
11
+1 LAP
15
VERGNE
TORO ROSSO
8
+1 LAP
16
MALDONADO
WILLIAMS
16
+1 LAP
17
BIANCHI
MARUSSIA
21
+2 LAPS
18
VAN DER GARDE
CATERHAM
20
+2 LAPS
19
CHILTON
MARUSSIA
22
+2 LAPS
RET
PIC
CATERHAM
18
RET
BOTTAS
WILLIAMS
13
RET
GROSJEAN
LOTUS
6

Classificação Geral do Campeonato de Construtores:
EQUIPA
PONTOS
1. 
Red Bull
596
2. 
Mercedes Grand Prix
360
3. 
Ferrari
354
4. 
Lotus Renault
315
5. 
McLaren
122
6. 
Force India F1
77
7. 
Sauber
57
8. 
Scuderia Toro Rosso
33
9. 
Williams
5
10. 
Marussia
0
11. 
Caterham
0


Faremos a análise da temporada de 2013 em breve.

Fotos:
dailymail.co.uk
infiniti-redbullracing.com
formula1.com

Pedro e Fábio Mendes...(não, não somos irmãos! Nem sequer família)


domingo, 24 de novembro de 2013

Vettel vence em S. Paulo!

A última corrida do ano foi vencida por Vettel, seguido de Webber e Alonso.

Webber retirou o capacete na sua volta de agradecimento enquanto recebia os parabéns pela carreira na F1 do seu chefe e Vettel afirmou amar a equipa, um final muito emotivo para a Red Bull.



Top 10:

1º-Vettel
2º-Webber
3º-Alonso
4º-Button
5º-Rosberg
6º-Perez
7º-Massa
8º-Hulk
9º-Hamilton

10º-Ricciardo

A chuva passou ao lado da corrida, enquanto algumas equipas estavam à espera dela para surpreender alguns adversários.
Pic, Grosjean e Bottas não acabaram a corrida brasileira.

Bye bye Webbo e motores V8!


Pedro e Fábio Mendes

domingo, 17 de novembro de 2013

Vettel o maior cowboy de Austin!

Mais uma vitória para Sebastian Vettel, a oitava consecutiva nesta época, com Grosjean e Webber a subirem aos lugares restantes do pódio. A fechar o top 10 temos Button, que consegue ainda chegar aos pontos na corrida, depois de um fim de semana para esquecer.






O resultado da corrida americana:
POS
      Piloto
         Equipa
Tempo
1
VETTEL
Red Bull
1:39.17.148
2
GROSJEAN
Lotus
+6.200
3
WEBBER
Red Bull
+8.300
4
HAMILTON
Mercedes
+27.300
5
ALONSO
Ferrari
+29.500
6
HULKENBERG
Sauber
+30.400
7
PEREZ
McLaren
+46.600
8
BOTTAS
Williams
+54.500
9
ROSBERG
Mercedes
+59.100
10
BUTTON
McLaren
+77.200
11
RICCIARDO
Toro Rosso
+81.000
12
VERGNE
Toro Rosso
+84.500
13
MASSA
Ferrari
+86.900
14
GUTIERREZ
Sauber
+91.700
15
KOVALAINEN
Lotus
+95.000
16
DI RESTA
Force India
+96.800
17
MALDONADO
Williams
+1 LAP
18
BIANCHI
Marussia
+1 LAP
19
VAN DER GARDE
Caterham
+1 LAP
20
PIC
Caterham
+1 LAP
21
CHILTON
Marussia
+2 LAPS
RET
SUTIL
Force India
RETIRED

Daremos conta de mais pormenores da corrida, apenas amanhã, porque os computadores não são carros de F1...perfeitamente afinados!

Pedro Mendes

domingo, 27 de outubro de 2013

Vettel é Campeão do Mundo de Fórmula 1!


Vettel venceu a corrida do GP da India, no dia que se sagrou, pela quarta vez consecutiva, Campeão do Mundo de F1.
Rosberg e Grosjean, que subiu 14 lugares desde a largada, fecharam o pódio da Índia.
Esperava-se uma corrida muito estratégica devido à diferença de andamento dos pneus e ao seu desgaste. Todas as previsões davam como dificil a vida de Vettel a partir da 2º volta, isto porque partia com pneus macios, que aguentariam 3 voltas no máximo, o que o faria parar muito cedo e voltar à corrida no fundo do pelotão.
A corrida:
Os Mercedes tiveram um bom arranque, mas Vettel conseguiu passar na primeira curva em primeiro, com Massa a surpreender todos e depois de passar Webber, estava colado às traseiras dos Silver Arrows, conseguindo ultrapassá-los na quarta curva, numa bonita manobra do brasileiro. Enquanto isso, o seu colega
de equipa, tem azar e vê-se no meio de um toque entre Webber e Button (sem maldade por parte de nenhum dos pilotos, foi apenas a ânsia de recuperar posições que originou o toque), que acabam por tocar no espanhol. Devido a esse toque, Alonso precisou de parar nas boxes na 2ª volta para mudar a asa dianteira e Button para trocar de pneus. Com isso, um e outro piloto descem bastantes posições, ficando os dois no fundo do pelotão, tendo batalhado muito durante toda a corrida. Foi um mau inicio para o espanhol, que necessitava de ficar em 1º ou 2º para adiar a festa de Vettel.
Giedo van der Garde ficou de fora na primeira volta, por ter partido a suspensão devido a um toque com Chilton.
Como previsto Vettel foi mudar de pneus na segunda volta, mas quem previu que Vettel perderia muito tempo nas ultrapassagens depois da ida às boxes, enganou-se: o alemão foi absolutamente incrível porque em cerca de 15 voltas passou para 3º classificado.
Na volta 23 os três primeiros classificados eram Webber, Vettel e Pérez, que tinha recebido ordens da equipa que não estava a correr contra os lideres da prova mas sim com os Mercedes, que tinham descido para posições a meio da tabela durante os primeiros pit stops.

No período da segunda janela de pit stop, Vettel consegue ficar em 1º e Webber na volta de saída da box, é avisado pelo engenheiro de corrida para encostar por problemas no alternador, que podia danificar o motor, o último que o australiano tem para esta época. Ficava mais uma vez Mark Webber apeado, numa prova em esteve bem e merecia mais. A Red Bull ficou assim completamente dependente de Sebastian Vettel.
Quem também já estava de fora da corrida foi Charles Pic, o segundo piloto da Caterham a desistir na Índia.
Na volta 45 o top 10 da corrida era: Vettel, Raikkonen, Rosberg, Grosjean, Massa, Hamilton, Pérez, Hulkenberg, Di Resta e Sutil. Podiamos assistir a uma boa recuperação de Grosjean, que tinha largado de 17º e a uma corrida equilibrada (à procura de pontos importantes) da Force India.
A partir desse momento, Kimi Raikkonen começa a ter alguns problemas com o carro: com sobreaquecimento, com combustível e os pneus estão demasiadamente gastos. Na volta 50 já o Ice Man tinha passado a altura correcta para substituir pneus, porque ficaria atrás de Hulkenberg (o piloto que ninguém gosta de ter à frente) mas perdia muito tempo para Rosberg e Grosjean.
Já depois de Nico Rosberg ter ultrapassado Kimi, o segundo Lotus, o de Grosjean, cola-se ao colega de equipa. Começamos a pensar como Raikkonen decidiria, se deixava o colega passar, que estava mais rápido, ou se se "vingava" da decisão de não mandarem mudar o seu jogo de pneus? E tivemos um Kimi que atirou Grosjean para fora da pista, não conseguindo ficar com a posição e por sorte nenhum piloto teve que desistir. Houve de seguida uma "boa e interessante" conversa entre a pit wall e Kimi!


Nas últimas voltas, Pérez ainda teve tempo para uma manobra "à Pérez", ultrapassando Hamilton e Raikkonen na mesma manobra, sendo que os outros dois pilotos tinham já muita dificuldade para segurarem os carros.

Restava esperar que Sebastian Vettel passasse a linha de meta para se sagrar o tetracampeão de F1 e o alemão deu espectáculo para o público, ao fazer uns belos piões na recta da meta!

Ficam aqui a classificação do GP da India:
   POS
         Piloto
      Equipa
Grelha
        Tempo
PTS
1
VETTEL
RED BULL
1
25
2
ROSBERG
MERCEDES
2
+29.800
18
3
GROSJEAN
LOTUS
17
+39.800
15
4
MASSA
FERRARI
5
+41.600
12
5
PEREZ
MCLAREN
8
+43.800
10
6
HAMILTON
MERCEDES
3
+52.400
8
7
RAIKKONEN
LOTUS
6
+67.900
6
8
DI RESTA
FORCE INDIA
12
+72.800
4
9
SUTIL
FORCE INDIA
13
+74.700
2
10
RICCIARDO
TORO ROSSO
11
+76.200
1
11
ALONSO
FERRARI
8
+78.200
12
MALDONADO
WILLIAMS
18
+78.900
13
VERGNE
TORO ROSSO
14
+1 LAP
14
BUTTON
MCLAREN
9
+1 LAP
15
GUTIERREZ
SAUBER
16
+1 LAP
16
BOTTAS
WILLIAMS
15
+1 LAP
17
CHILTON
MARUSSIA
22
+2 LAPS
18
BIANCHI
MARUSSIA
19
+2 LAPS
RET
HULKENBERG
SAUBER
7
RET
WEBBER
RED BULL
4
RET
PIC
CATERHAM
21
RET
VAN DER GARDE
CATERHAM
20

A Red Bull vence também pelo 4º ano consecutivo o Campeonato de Construtores!

Os nossos parabéns a Sebastian Vettel!

Os habituais destaques da corrida, serão publicados depois.

Fotos:
telegraph.co.uk
au.sports.yahoo.com
crash.net 
firstpost.com 

Pedro Mendes